domingo, 24 de fevereiro de 2008

Bug do Milênio


Assim que me sinto. Corpo em frangalhos.
Está tudo desvertebrado.
Talvez meu milênio tenho começado agora.
BUG. BUG. BUG.
Um de cada vez, meus aparatos tecnológicos estão caquetizando.
O Pen Drive desformatou, o Super Drive não lê mais nada, o HD pfffffffff, tive que por um novo, reformatar o sistema algumas vezes, apareceu um tal de keychaine (alguma coisa assim) que enche o saco...me falaram os técnicos de algum problema com a memória, e hoje ele simplesmente nao ligou mais!!!!
Ficou aquela maçãzinha olhando pra mim. Meus olhos cheios de esperança, mas nada, nada e nada!
Amanhã pela terceira ou quarta vez consecutiva vou levar meu bixinho no médico e ver "quem poderá me defender", afinal, não conto com a astúcia de ninguém!
E dá tanto trabalho, gasto tanto dinheiro, perco tempo necessário.
Porque esta dependência tecnológica me mata!
Hoje na hora do almoço, meu pai me contou causos de outras dependências que tinham os seres de sua época. Tudo isso pra me confortar. Confeso que não adiantou muito.
Minha mãe - fofa- falou que se pudesse me ajudava! Realmente, ela não teria como me tirar de um momento aflitivo, quase desesperador. Eu me sentindo de mãos e pés atados.
Hoje é domingo.
Não tenho nada a fazer, a não ser comer uma boa pizza e esperar pelo dia de amanhã.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Três Décadas



Virei meus trinta anos no Jalapão.
Foi muito bom.
Sinto que aos poucos estou tirando novas conclusões sobre a vida.




É a hora que vc começa a perceber a diferença de raciocínio. A lógica é outra. Na verdade, comecei a entender a lógica.

Que a paixão é uma montanha russa, que toda ação, realmente, tem uma reação e vc pode "brincar com isso" entender o processo metafísico do planeta...eu fiquei mais chorona...na verdade sempre fui, mas neste momento de virada choro, choro, choro, mas é um choro feliz, de emoção...acho que é a emoção de estar descobrindo o mundo...hoje, agora pouco, eu descobri o cheiro das flores, no jardim da minha mãe...na varando de um ap classe média no bairro do Sumaré, na grande São Paulo...e chorei.

Quem entende, quem explica...Não sou eu. Eu tenho momentos de buscar o silencio...nada muito complexo. Só quero ficar sozinha e em silencio, por motivo algum específico, aliás, talvez tenha sim, não seja específico, mas generalizado. Um processo de cura. Acho que isso é possível.

Mais uma coisa descoberta chegando nas casa dos 30. A cura.

Ah, os pontos...a uns 5 ou 6 anos atras, quando eu estava morando no interior de Goias, apaixonada por um nativo e praticamente feliz e perdida, meu pai me mandou um email.
"(...)Um individuo pra saber pra onde vai , deve tracar uma reta .
Pra tracar uma reta voce deve ter dois pontos,senao fica uma linha boba."


E assim é. Chato...não gosto muito dessa brincadeira, mas...
Vou encontrando a forma mais leve de viver, agradecendo toda noite pelo dia e
pedindo todo dia pela noite (rs)

Acho que é só